Com esse novo aumento, o índice já aponta valorização de 5,04% desde o início do ano, superando tanto a inflação oficial ao consumidor, de 3,64% medida pelo IPCA até setembro, quanto o IGP-M, que caiu 0,94% no período.
O avanço foi liderado por imóveis de três dormitórios, cuja alta foi de 0,73% em setembro, enquanto as unidades de um dormitório tiveram a menor valorização, de 0,46%. No mesmo período, a inflação medida pelo IGP-M/FGV ficou em alta de 0,42%, e a prévia do IPCA/IBGE (IPCA-15) indicou aumento de 0,48%.
Das cidades monitoradas, apenas uma não registrou elevação nos preços. Entre as capitais, os maiores destaques foram Campo Grande (+1,95%), Curitiba (+1,16%), Belo Horizonte (+1,11%) e Maceió (+0,96%). Em São Paulo, a alta foi de +0,51%, e no Rio de Janeiro, de +0,34%.
No acumulado dos últimos 12 meses, o aumento médio chegou a 6,89%, também acima do IGP-M (de 2,82%) e do IPCA acumulado (de 5,17%). Os imóveis de um dormitório seguem em destaque, com valorização de 7,89%, enquanto unidades maiores, com quatro ou mais dormitórios, tiveram alta mais contida (de 5,45%).
Entre as capitais, Vitória teve um aumento de 15,24%, Salvador de 13,46% e João Pessoa de 12,57%, liderando as altas no acumulado do ano. Na outra ponta, Goiânia, com +0,83%, e Brasília, com +1,15%, registraram os menores avanços.
Com base nos anúncios de setembro, o preço médio de venda dos imóveis residenciais no país foi de R$ 9.477 por metro quadrado. Imóveis de um dormitório apresentaram valor mais elevado, de R$ 11.408 por metro quadrado, enquanto os de dois dormitórios ficaram na faixa de R$ 8.526 por metro quadrado.